quinta-feira, 21 de junho de 2012

A maior Rede de EVs do Brasil amplia mais uma vez

Mais uma vez a ANCNEV amplia seu quadro associativo com a inclusão de mais três membros, oferecendo aos clientes novas opções de locais para desenvolver seus trabalhos de forma ágil, econômica, dinâmica e com todas as facilidades e vantagens de estar no seu próprio escritório.

Para sua segurança escolha sempre um Escritório Virtual chancelado pela ANCNEV , são mais 80 filiados nas principais cidades do Brasil.

Conheça os novos membros da ANCNEV:

Logo escritório leve.jpg

           

Talentus 4: Escritório Virtual

Rua Dr. José Peroba, 1105
Edf. Atlanta Empresarial Salas 1104 E 1105
Bairro Stiep  
Salvador / BA

http://www.ancnev.com.br/relevs/441-talentus-4-escritorio-virtual-salvador/ 


Ágil LOGO 01.jpg 


Agil Locar

Rua Castro Alves, 124 
Bairro Serraria Brasil  
Feira de Santana / BA

http://www.ancnev.com.br/relevs/442-agil-locar-feira-de-santana/ 


Logo cwk em alta resolução.jpg 




CWK Coworking Salvador

Av. Otávio Mangabeira Nº 929
Bairro Pituba
Salvador / BA

http://www.ancnev.com.br/pt/admfichas/12-escritorio-virtual/450-cwk-salvador-salvador 



FONTE: http://escritoriosvirtuaisancnev.blogspot.com.br/2012/06/maior-rede-de-evs-do-brasil-amplia-mais.html

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Pequenos empresários lucram com escritórios virtuais e coletivos

O mercado corporativo cria novos espaços para trabalhar mais e gastar menos. Pequenos empresários podem agora escolher entre um escritório coletivo – também chamado de coworking – ou um escritório virtual.

No escritório virtual, o inquilino aluga o endereço comercial, telefone, internet, secretária e correio – e não precisa nem ir ao local. Ele recebe os recados todos os dias, onde estiver, por e-mail ou telefone.
O modelo caiu como uma luva para o consultor Gustavo Quezada: “99% do meu contato com o meu cliente se dá no local onde ele vai operar, então eu preciso ir até ele (o escritório), pouquíssimas vezes”, diz ele.
O escritório virtual foi aberto em 1995 pelos empresários André e Rodrigo Kielblock. Eles investiram R$ 50 mil para reformar o espaço e montar a infraestrutura, que é compartilhada por todos os clientes.
“Existe um rateio, na verdade, de todas as despesas, e com isso a empresa consegue ter por um custo muito baixo toda a infraestrutura de um escritório convencional”, explica André.
O valor do aluguel do escritório virtual é a partir de R$ 190 por mês. A tecnologia favorece a redução de custos com ganhos de eficiência: graças a um software de gerenciamento, uma secretária presta serviço para 50 inquilinos. Cada um deles tem um número de telefone exclusivo. Ao receber uma ligação, o sistema mostra na tela o que a atendente deve dizer.
Mas quem precisa de um espaço também pode alugar uma sala por mês a partir de R$ 980, e ainda contar com a mesma infraestrutura.
Foi o que fez Wanderson Oliveira, que trabalha com tecnologia de informática. Ele queria transferir a empresa de Belo Horizonte para São Paulo, e se surpreendeu com a agilidade da operação.
“O que chamou a atenção da gente é a praticidade desse tipo de contratação. No mesmo dia que nós assinamos o contrato, nós já tínhamos todo o escritório já mobiliado, já uma infraestrutura com internet, com telefone, com sala de reunião, com atendimento profissional, e trouxe um grande benefício para a gente”, diz Oliveira.
Para alugar uma sala, o escritório virtual não exige fiador ou qualquer outra garantia. Evandro Vinha começou com uma pequena sala. Depois, contratou funcionários e alugou outra sala ao lado. Mas a empresa dele continuou crescendo, precisou de mais espaço, e ele não gastou muita sola de sapato em procurar. Ao lado, alugou, na hora, uma terceira sala.
“Eu não paro de trabalhar, estou sempre focado na minha atividade real do meu negócio, e não estou me preocupando com a administração do escritório em si”, diz Vinha.
As vantagens conquistam mercado, e o escritório virtual já tem 400 clientes.
“Eu acredito nesse mercado porque ele alia a necessidade das empresas na redução de custos e também ele pode focar na sua atividade principal, não se preocupando mais com os custos de infraestrutura, e tudo o mais”, diz Rodrigo Kielblock.
Em outro escritório, todos os inquilinos ficam numa mesma sala, de 200 metros quadrados. No local, as pessoas pagam pelo tempo que usam, e usam quando querem. O modelo, conhecido nos Estados Unidos como coworking, é também chamado de escritório coletivo ou compartilhado. O negócio pertence aos empresários Fernanda Trugilho e André Martins.
“O coworking tem como premissa a flexibilidade. Então as pessoas pagam por hora. Você escolhe quantas horas vai utilizar, e paga por essas horas. Você não tem problema de pagar por uma estrutura que fique ociosa. Se você for viajar, tirar férias, ou mesmo viajar a trabalho, ou ficar fora do escritório por um período, você não paga”, explica Fernanda.
O escritório coletivo surgiu em 2008, com um investimento de R$ 80 mil. Depois, o espaço foi ampliado, e hoje tem 70 inquilinos, que compartilham cadeiras, mesas, internet, telefone, armários, cafezinho e ainda tem uma área externa para reuniões.
No escritório coletivo, os inquilinos são pequenos empresários, que só pagam pelo tempo que usam e, com isso, acabam economizando. O plano mínimo de R$ 100 é para dez horas de uso por mês. Há pacotes de até 500 horas por mês, por R$ 1,5 mil.
“Se eu fosse locar um escritório próprio eu ia ter um custo de no mínimo R$ 2 mil. Aqui eu pago menos da metade, varia um pouquinho, mas ficou menos da metade”, diz a inquilina Alessandra Bueno.
A possibilidade de relacionamento também atrai gente, e o movimento no escritório compartilhado cresce a taxas de 200% ao ano. Os empresários já pensam em abrir franquia do negócio.
“Agora eu digo que de uma tendência já passou a ser uma realidade. Tem diversos espaços como esse, compartilhados, pelo Brasil. Pelo mundo são mais de 700, então é um negócio de futuro, nós mesmos estamos montando um processo de franquia. Então, até o final de 2011 teremos algumas franquias pelo Brasil, é um negócio que já deu certo”, diz Fernanda.

FONTE: http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2011/10/pequenos-empresarios-lucram-com-escritorios-virtuais-e-coletivos.html

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Escritório virtual, uma opção ao home office


Para reduzir custos, muitas empresas reforçam os negócios pela internet e enxugam suas estruturas físicas. O avanço tecnológico permitiu que pequenos e médios empreendimentos pudessem surgir dentro de residências. Apesar das vantagens (especialmente financeiras), o home office tem seus limites. Quando é preciso separar a vida profissional e a doméstica, impedindo que seu negócio pareça amador ao mercado ou que a privacidade da família seja invadida, os escritórios virtuais (ou inteligentes) são uma alternativa. O serviço pode oferecer desde linha telefônica com atendimento personalizado e endereço comercial nobre para correspondência a salas mobiliadas e decoradas ao gosto do freguês.


 - É o conceito de apart-hotel aplicado ao escritório. Você pode levar seu computador, fotos das crianças e arquivos - explica Luciana Lessa, dona da BQ Rio, há 12 anos em atividade. - Mas se a luz queima ou se a recepcionista falta, não é preocupação do empresário.


 De acordo com a Associação Nacional de Centros de Negócios e Escritórios Virtuais (ANCNev), o preço médio do aluguel de um sala, por hora, é de R$ 20. Os contratos podem ser mais longos: por um mês, paga-se de R$ 1 mil a R$ 3 mil - dependendo do estado, bairro, tamanho do cômodo e número de pessoas que trabalharão nele. O serviço inclui acesso à internet, recepcionistas, café e telefone. Os escritórios virtuais são muitas vezes procurados na hora de receber investidores, clientes e fornecedores. Ou ainda fazer palestras e treinamentos. Mas um ambiente alugado, por curto tempo, não pode parecer frio demais?


 - Quando aluga por tempo integral, o locatário pode decorar como quiser. Também conheço pessoas que alugaram uma sala por uma hora e levaram uma mala de livros e fotografias da família. Tudo para aparentar que a sala era delas! - conta Paulo Roberto Karnas, da ANCNev.


O escritório virtual disponibiliza até seu endereço para que o empresário coloque em seu cartão de visitas. No lugar de receber ligações em casa, ele pode optar pela central telefônica do escritório - mesmo que esteja em seu home office. Neste caso, uma telefonista atenderá a chamada como se o escritório existisse fisicamente naquele local e reencaminhará a ligação ao cliente.


O serviço se popularizou no país na última década e hoje existe nas principais capitais do Sudeste, Sul e Nordeste, além de Brasília. É uma opção para pequenas empresas na fase de implantação, que não podem investir ainda em sede própria, e médias na fase de expansão, quando precisam testar novos mercados em outros estados.


Há 12 anos trabalhando num escritório virtual, Paulo Roberto Gama, dono de pequena empresa de consultoria em Recursos Humanos, na capital gaúcha, afirma que a relação entre custo e benefício é vantajosa:


- Os outros empresários gastam mais e se preocupam mais. Eu me concentro no meu negócio, não em condomínio, impostos, café e recepcionista. Só entro no escritório para trabalhar.


Gama ainda enfrenta outros obstáculos: mora em um sítio a 25 quilômetros de Porto Alegre e não se considera disciplinado para trabalhar em casa. Paulo Roberto Karnas, da ANCNev, conta outro caso em que a vida doméstica influenciou na contratação do serviço:


 - Um executivo demorou a decidir entre continuar a trabalhar em seu home office e alugar um escritório virtual. Numa tarde, ele dormia após o almoço e o telefone tocou. Do outro lado da linha, o patrão, de São Paulo. O filho atendeu à chamada e respondeu: "Papai está dormindo". Isso poderia acontecer com um cliente ou um investidor.


De acordo com Luciana Lessa, da BQ Rio, os clientes começam geralmente com serviço part time (aluguel dos serviços telefônicos, do endereço comercial e, esporadicamente, do escritório) e, conforme cresce o negócio, passam ao full time (pela demada de maior tempo e espaço). Os contratos podem ser feitos por períodos curto e revogáveis. Também não é comum a cobrança de depósito antecipado.


Fonte: Jornal O GLOBO/ http://escritorioparanegocios.blogspot.com.br/2012/05/escritorio-virtual-uma-opcao-ao-home.html

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Escritórios virtuais: opção de economia para micro e pequenas empresas



Bárbara Vitoriano - Estação Sebrae On-line, Ed. 81

Com o avanço cada vez mais veloz da tecnologia, muitos ramos comerciais não precisam mais do que um computador e acesso à internet para realizarem suas atividades - o que permite muitos desses novos empresários trabalharem em casa ou em pequenos escritórios. Mas na hora de receber um cliente ou realizar uma reunião ou treinamento as coisas podem complicar.

Por isso, um novo negócio tem feito sucesso entre as micro e pequenas empresas: os escritórios virtuais. Com eles o  empresário pode contar com diversos serviços que vão desde uma sala para reunião e treinamentos, atendimento personalizado de uma secretária, serviço de motoboy até digitalização de documentos. Tudo isso por um valor bem menor do que se fosse contratar cada serviço diretamente. A grande vantagem é que você pode ir aumentando o plano de acordo com sua necessidade. A maioria dos planos varia entre R$70,00 a R$700,00.

Outra vantagem é que as empresas prestadoras de serviço que recolhe o ISS (Imposto Sobre Serviços) podem formalizar suas empresas nos endereços dos escritórios virtuais, dando um aspecto mais profissional para clientes e parceiros. Foi o que fez o empresário Heber Sales que resolveu contratar os serviços de um escritório virtual que ainda oferecem todo o suporte para a abertura da firma. “Eles deram todo o apoio necessário fazendo com que o processo fosse muito mais rápido. E não foi caro”, completa o empreendedor que possui uma empresa de Marketing Digital.

Escritório Virtual x Coworking

Outra opção para o empreendedor são os chamados escritórios coletivos ou coworkings. Neles é possível pagar por hora para utilizar a infraestrutura do lugar. Segundo a empresária Fernanda Trugilho a grande vantagem é que o cliente paga somente por hora utilizada, e em caso de férias não fica pagando por um espaço ocioso. Pode ser também uma alternativa para empreendedores que trabalham em casa e possuem dificuldade de separar a vida pessoal da profissional.

Outro ponto que acaba atraindo pessoas para o coworking é a facilidade de relacionamento com outros empresários, já que o espaço compartilhado geralmente é uma grande sala onde todos trabalham juntos.

Cuidado na hora de contratar

Antes de assinar qualquer contrato, alguns cuidados e observações são importantes:

- Verifique com cuidado se seu tipo de negócio será viável em um escritório virtual;
- Não assine contratos longos no início; exija realizar uma experiência de três meses por exemplo;
- Caso a intenção seja contratar muitas horas de serviço como salas de reunião, faça contas com calma e verifique se realmente será mais vantajoso do que ter um escritório próprio;
- Faça várias visitas pessoais no local. Jamais confie em fotos de sites ou panfletos; e
- Leia cuidadosamente o contrato e esteja certo dos valores a serem pagos para evitar surpresas.