terça-feira, 2 de abril de 2013


O perigo da estagnação

A maior parte dos executivos brasileiros vai parar de progredir na carreira em algum momento da vida. saiba como evitar a paralisia profissional

Lucas Rossi   10/01/2013
A estagnação na carreira ronda os corredores das principais empresas brasileiras. Nos últimos cinco anos, a Kienbaum, consultoria de recursos humanos, de São Paulo, avaliou a competência gerencial de 18 000 presidentes, vice-presidentes, diretores e gerentes de grandes companhias e constatou que 43% dos executivos estão abaixo do nível profissional que se espera deles.
Prazer em aprender 

Há dois anos, Fernanda Alves, de 34 anos, gerente-geral da área de automação de subestações de energia da ABB, em Guarulhos, São Paulo, foi convidada a implementar o projeto de uma nova fábrica no Brasil. “Tive de aprender muitas coisas novas”, diz Fernanda, que passou a ter uma equipe de 32 funcionários. “A cada proposta, fico com muito medo, mas o frio na barriga da novidade me faz aceitar.”

Entre os 57% que entregam adequadamente resultados, apenas 22% têm chances reais de chegar a uma posição alta em sua organização, aponta a Kienbaum. A avaliação, que dura em média dez horas, mediu a experiência dos gestores, sua capacidade de fazer análises, características pessoais e perfil de liderança, além de mapear competências como orientação para resultados e para o cliente, visão estratégica e capacidade de desenvolver pessoas. 

A constatação é que 78% dos profissionais brasileiros estão ou ficarão estagnados durante a carreira. “Não há lugar para todos, só os muito bons sobem” afirma Fausto Donini Alvarez, sóciodiretor da Kienbaum e responsável pelo levantamento. “A maioria dos executivos caminha para fora da trajetória ideal de carreira.” 

O levantamento mostra que a maioria dos profissionais começa a carreira bem preparada. Com o passar dos anos, porém, boa parte deles começa a render menos e, em muitos casos, para de evoluir como se esperava. Em todas as etapas da carreira, da juventude à maturidade, uma pessoa está sujeita a seguir crescendo ou decair, aproximando-se ou ficando mais distante do que seria uma trajetória ideal de evolução na carreira. 

Seja para evitar uma queda, seja para retomar a rota de crescimento, o profissional precisa se esforçar para obter qualificação e estar disponível para assumir papéis mais difíceis. O grupo de quem progride, 20% do universo pesquisado, tem como característica a predisposição a aceitar desafios. “Os que se esquivam permanecem onde estão”, afirma Marcus Soares, professor do Insper, de São Paulo.

Ao surgir uma oportunidade, os gestores escolhem aqueles profissionais que se empenham em cumprir bem as tarefas e que, em experiências anteriores, mostraram ser capazes de lidar com a mudança, sem grandes problemas. “É preciso demonstrar mais competências do que aquelas exigidas para o cargo atual”, diz Marcus.



Atenção aos sinais 
O perfil típico de profissional estagnado é aquele funcionário descontente com o que faz, sem perspectiva de ascensão em médio prazo e que exerce a mesma função há muito tempo. 

“Ele escreve no currículo que tem dez anos de experiência, mas na verdade tem apenas um, os outros nove foram a repetição do primeiro”, diz Fausto, da Kienbaum.

A estagnação na carreira tem três sinais claros. O primeiro é estar há anos cumprindo as mesmas atividades e com contato com as mesmas pessoas. O segundo é nunca ser considerado para uma promoção, mesmo em empresas em que os processos de sucessão ou movimentação interna são muito estruturados. 

Por último, não ser chamado para participar de novos projetos. “Os estagnados não demonstram interesse pela novidade”, afirma Fausto. Outra característica detectada no estudo é a vontade de aprender. Isso porque um profissional só consegue desempenhar papéis diferentes se fizer o esforço de estudar assuntos distintos.

Caso contrário, não terá bagagem para exercer as novas habilidades necessárias. A transição de analista para gerente, por exemplo, exige que o executivo deixe as capacidades técnicas de lado e use as competências de gestão.
Ampla mudança

O carioca Christiano Matos, de 43 anos, trabalhou por 24 anos em empresas de tecnologia da informação, como IBM e SAP. Em 2011, estava desapontado com a profissão. Decidiu, então, trocar de emprego. 

Não funcionou. “Percebi que o problema estava no que eu fazia”, diz Christiano. Para recuperar a disposição e voltar a crescer, abandonou a carreira. Em 2012 abriu um hostel no Rio de Janeiro. “O desafio é sensacional”, diz. “Agora, estou muito motivado.”
Esse é um passo complicado e difícil, mas, que se tiver a atuação de um profissional resiliente e disposto a mudar, será bem-sucedido. Aos 60 anos, Antônio Carlos Sá, assessor de marketing e planejamento e do Grupo Guanabara Diesel, poderia começar a pensar sobre sua aposentadoria. 

Depois de 11 anos no Grupo JCA, dono das companhias de ônibus 1001, Cometa e Catarinense, onde ocupou várias posições, o carioca resolveu aceitar, em outubro de 2012, uma nova proposta de emprego. Ele passou a planejar a operação do Grupo Guanabara Diesel, que, entre outros negócios, é dono de empresas de ônibus urbano nas capitais Belém, Rio de Janeiro e Fortaleza, e em Guarulhos, na Grande São Paulo. Um trabalho complexo e diferente de tudo o que ele tinha feito até então. “Não que eu estivesse morto, mas agora sou estimulado diariamente”, diz Antônio Carlos.

A mudança não foi apenas nas tarefas e no desafio, mas também na rotina, planejamenno ambiente corporativo, bem como das pessoas com quem ele convivia. Saber lidar com tudo isso é importante para a ascensão. Profissionais com carreiras estacionadas têm medo e não aceitam transformações, independentemente se elas forem pequenas ou grandes e da idade deles quando elas acontecem. 


A hora do arranque 
Um dos principais perigos da estagnação é a demora para perceber que a carreira estancou. Muitas pessoas se sentem satisfeitas e confortáveis com as tarefas que cumprem, por isso nem se dão conta. Uma pesquisa do Datafolha, feita em 2012 com 1 574 profissionais, mostra que 77% dos brasileiros estão felizes ou muito felizes no trabalho. Provavelmente, muitos deles estão estacionados, mas não se dão conta. 

Isso porque estar feliz no trabalho não significa necessariamente se sentir realizado ou estar em um cargo de sucesso. “No fundo, os estagnados sabem que não fazem por merecer, mas fingem não enxergar”, diz Ane Araújo, da consultoria Marcondes, de São Paulo. “Eles têm baixa determinação.” Os sinais da estagnação estão no colega de trabalho que recebe promoção, em vez da própria pessoa, no projeto do qual ficou de fora, na ausência de ligações de recrutadores com convites para entrevistas, na falta de vontade de ir trabalhar. 

A raiz de uma carreira apática é o medo de arriscar. Alguns profissionais não saem do lugar porque têm receio de que uma jogada não dê certo ou não traga os resultados esperados — então, dão sempre os mesmos chutes, pois sabem como será o resultado. Para se afastar dessa zona de conforto, é preciso planejamento e empenho. Promoções na carreira e oportunidades não caem do céu.

Esforço de atualização

Em 27 anos de carreira, Carlos André, de 51 anos, presidente da Software AG, fornecedora de sistemas de São Paulo, foi presidente de empresas como Oracle, Novell e ATT. 

“Sempre que mudava de emprego, buscava um desafio que aumentasse meu conhecimento”, diz Carlos, que investiu muito para manter-se atualizado — fez cursos de aprimoramento gerencial em universidades como Oxford, Columbia e Harvard.

“Os que têm sucesso são aqueles que ocupam os espaços vazios criados nas organizações”, afirma Fausto. Isso significa estudar, fazer novos contatos, ter experiências diferentes, inclusive na vida pessoal, e estar sempre disposto para mudanças. A melhor solução para quem está estagnado é fazer um plano. 

Existem alguns caminhos, como tentar mudar de área na própria empresa, aceitar uma expatriação, ir para uma nova companhia, assumir novos projetos ou empreender, mas para isso você precisa ter se prepafoto rado. “Pense onde você quer estar daqui a cinco anos e quais habilidades e competências precisa para chegar lá”, diz Fausto Alvarez, da Kienbaum. Não se esqueça de avisar os contatos profissionais e as pessoas que podem oferecer oportunidades. 

O ideal é que, a cada três anos, mais ou menos, aconteça uma mudança. “Se isso não ocorrer, tem alguma coisa errada com a carreira”, diz Marcus Soares, do Insper. O importante é saber que se afastar ou sair da zona de estagnação é uma possibilidade. 

Para tal, é preciso estar sempre ligado com os movimentos dos colegas, do mercado e da empresa. Uma carreira de sucesso é pautada por constantes mudanças, e profissionais bemsucedidos sabem que para ter movimentações na carreira precisam investir em conhecimento e ter um nível de eficiência acima do que a empresa espera deles.

Só com essa dedicação e esforço será possível fazer parte do grupo dos 22% dos profissionais que não estão ou não ficarão estagnados na carreira.



segunda-feira, 18 de março de 2013


Só deve usar adoçante quem realmente precisa, defendem especialistas

Rosana Faria de Freitas
Do UOL, em São Paulo

Fonte: http://noticias.uol.com.br/
Todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados
Desde que os adoçantes foram criados (a sacarina foi descoberta em 1879), várias dúvidas e polêmicas surgiram no rastro do produto colocando em dúvida não só sua eficácia, mas, principalmente, seus efeitos sobre a saúde. Embora vários estudos ainda não sejam conclusivos, convém saber mais sobre o assunto e sempre ouvir a opinião de especialistas.

A nutricionista Luciana Harfenist, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, salienta que há restrições e contraindicações ao emprego do item. "Quem tem pressão alta ou insuficiência renal, por exemplo, precisa verificar as taxas de sódio de cada marca antes de consumir." E tem mais: vários profissionais defendem que indivíduos saudáveis, que não apresentam nenhuma doença que obrigue restringir o açúcar, não deveriam inserir o adoçante na alimentação.
"Muito melhor seria adotarem uma dieta equilibrada, em quantidades adequadas para suas necessidades nutricionais", sustenta a nutricionista Ariane Machado Pereira, pós-graduada pelo Imen (Instituto de Metabolismo e Nutrição).
O emprego desses produtos é prejudicial à saúde. PARCIALMENTE VERDADE: conforme considera a nutricionista Ariane Machado Pereira, tudo depende da forma como o item é inserido na alimentação. "Dentro de um contexto saudável, para indivíduos que precisam se submeter a uma dieta restrita ou com quantidades reduzidas de açúcar, apresentando condições metabólicas e fisiológicas específicas, como diabetes, por exemplo, o adoçante apropriado não proporcionará malefícios", diz. Agora, se for consumido em doses excessivas, sem que se identifique o melhor produto de acordo com as necessidades, é possível que promova algum efeito maléfico para determinadas pessoas, segundo ela. A também nutricionista Luciana Harfenist concorda: "Como envolve substâncias artificiais, quando em excesso pode causar problemas a longo prazo, como alergia, enxaqueca, falta de concentração, dificuldade no controle da ingestão de carboidrato e mudança no paladar" 
Para melhorar a imagem desses produtos, a Abiad (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres) lançou uma cartilha, com informações aos consumidores, que recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O material garante que o adoçante não é prejudicial à saúde, e que "a segurança dos aditivos alimentares é feita através de inúmeros estudos científicos para comprovação da inexistência de efeitos adversos decorrentes do seu consumo".

Proibidos e liberados

Porém, nos Estados Unidos, por exemplo, o ciclamato de sódio foi relacionado ao câncer e, por isso, seu uso foi proibido. "Existem estudos que fazem um paralelo entre o câncer na bexiga e a sacarina e o ciclamato", diz Harfenist.

Pereira, no entanto, cita o Informe Técnico nº 40, de 2 de junho de 2009, disponível na página da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que diz que a decisão tomada pelo FDA, regulador de remédios e alimentos norte-americano, foi baseada em um estudo feito em ratos. A entidade já recebeu uma petição para revisar a proibição, que ainda está em análise. 
A Anvisa diz que, desde então, foram conduzidos muitos estudos sobre carcinogênese envolvendo ciclamato, sozinho ou em misturas com sacarina, não tendo sido demonstrada incidência estatisticamente significativa de tumores na bexiga dos animais testados.
"Acredito que todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados, ricos em conservantes e aromatizantes e que, muitas vezes, já apresentam em sua composição algum edulcorante artificial", diz Pereira.
"Indivíduos saudáveis, sem necessidade de dietas especiais, não precisam aderir aos adoçantes artificiais. Basta mudar os hábitos alimentares, saborear itens in natura, como sucos de frutas, por exemplo, ou mesmo o café puro. Talvez isso demande tempo e persistência para que o organismo possa se adaptar ao sabor, mas compensará", conclui a nutricionista.
De qualquer forma, é bom ir com calma antes de começar a pingar gotinhas do dito-cujo em tudo que ingerir.





segunda-feira, 11 de março de 2013

quinta-feira, 7 de março de 2013


10 filmes a que todo empreendedor deve assistir

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI324674-17180,00-FILMES+A+QUE+TODO+EMPREENDEDOR+DEVE+ASSISTIR.html

Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú. 
1. O homem que mudou o jogo (2011) Longe de ser um filme sobre esporte, O homem que mudou o jogo mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras. 

2. A rede social (2010) 
A rede social conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook. 

3. Quem quer ser um milionário (2008)Um dos maiores sucessos recentes do cinema indiano, Quem quer ser um milionário mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores. 

4. À procura da felicidade (2006) Em À procura da felicidade, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo. 

5. Piratas da informática (1999) 
Um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor. 

6. Jerry Maguire – A grande virada (1996) Depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). Jerry Maguire – A grande virada é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso. 

7. Tucker – Um homem e um sonho (1988) Baseado numa história real, o filme mostra a trajetória de Preston Tucker (Jeff Bridges), um empreendedor que tinha o sonho de criar um carro à frente de seu tempo. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele construiu o Trucker Torpedo, um carro mais seguro e veloz que os concorrentes da época. O projeto, no entanto, não deslanchou, pois sofreu com o lobby da indústria automobilística americana. 

8. O segredo do meu sucesso (1987) 
O jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio. 

9. Wall Street – Poder e cobiça (1987) Wall Street – Poder e cobiça mostra que se você quer ser bem-sucedido, precisa enfrentar riscos. Bud Fox (Charlie Sheen) é um corretor ambicioso que trabalha no mercado financeiro. Certo dia, dá ao bilionário Gordon Gekko (Michael Douglas) algumas informações sigilosas e acaba se tornando seu discípulo, abrindo mão de ética, valores e escrúpulos para ter sucesso. 

10. O Poderoso Chefão (1972) 
A clássica trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. Mostra as vantagens e as desvantagens de empreender “em família”.

segunda-feira, 4 de março de 2013


Como balancear sua vida social com sua rotina de empreendedor

Três dicas para não se sobrecarregar de trabalho e renovar as energias

Por Rafael Farias Teixeira

Mais um fim de semana vem chegando e todos esperam ansiosamente para aproveitar dois dias de lazer e descanso. Quer dizer, quase todo mundo. Muitos empreendedores – principalmente aqueles que ainda estão nos primeiros dias de suas empresas – muitas vezes precisam abdicar de uma vida social saudável para alcançar o sucesso em seus negócios. 

Para Adam Toren, fundador do site YoungEntrepreneur.com, a jornada de um empreendedor é bem diferente da de uma pessoa que escolheu uma forma tradicional de trabalho, o que não significa que ele não possa ter uma vida fora de sua empresa. Toren reuniu, no site da revista Entrepreneur, algumas dicas de como equilibraruma vida social ativa com o dia a dia de empreender: 

1. Marque uma data, reserve algum tempo 
Isso pode parecer fácil, mas pode ser mais complicado para quem é viciado em trabalho. Reserve algum tempo em sua agenda, ou até mesmo marque um dia inteiro, para aproveitar com pessoas queridas ou curtir alguns momentos sozinho. Você precisa dessas pausas para renovar as energias e também para estar com as pessoas que gostam de você. E faça com que as ocasiões não sejam eventuais, mas constantes. 

2. Crie um botão de desligar 
Para quem tem um trabalho mais tradicional é mais fácil dividir em que ponto termina a rotina profissional e onde começa a pessoal – basta acabar o expediente e você está pronto para aproveitar! Mas para um empreendedor, que tem na empresa não só um trabalho, mas também parte importante de sua vida, essa linha fica mais tênue. Crie um ritual ou um momento em que você desligue o botão ou feche a porta do seu lado empreendedor para poder aproveitar sua vida social. 

3. Mantenha contato 
Não deixe de lado as pessoas que são queridas nem desmarque a maioria de seus compromissos por causa do trabalho em seu negócio. É bem provável que essas pessoas garantirão sua sanidade nos momentos mais difíceis da sua jornada. Você também fará diversos contatos no mundo do empreendedorismo, muitos deles serão viciados em trabalho e pensarão como você, mas não esqueça as amizades antigas. Elas avisarão quando você estiver sacrificando demais sua vida social.