quarta-feira, 4 de julho de 2012

Escritório Virtual

Sabe como funciona um escritório virtual realmente? Assista este vídeo e entenda. E saiba que Criciúma também conta com um escritório que pode ser seu, no momento que precisar!



segunda-feira, 2 de julho de 2012

Capacidade de Poupar


Muitos autores e palestrantes que atuam com finanças pessoais destacam que fazer poupança é inteligente somente após parar de pagar altos juros por conta dos empréstimos e financiamentos. Penso diferente. 
Na obra de Dan Ariely, “Previsivelmente Irracionais”, o autor destaca que nossas decisões de gastos, em 80% das situações, não são tão racionais como se pensa. Apesar de argumentações das pessoas que buscam justificar a decisão de compra como racional, no fundo, não o é na maioria das situações. Por conta desta constatação, acredito que poupar é uma questão de hábito. E, hábito, só se consegue praticando. 

Imagine uma pessoa que financiou seu imóvel por 30 anos. Vai começar a poupar somente depois de quitar o imóvel? Até lá várias outras necessidades podem ser compradas a vista, caso esta mesma pessoa adquira o hábito de poupar. 

Digo isso porque poupar para quitar o imóvel pode ser algo que represente um montante de R$ 200.000. Enquanto uma viagem pode ser realizada com R$ 5.000 ! Então, não serve a “desculpa” de, enquanto houver dívida, não há porque poupar. 

Outras afirmações que discordo em parte ou totalmente: 

• Equilibre seu orçamento para depois poupar;

• Poupar valores baixos não dá acesso a boas aplicações (ou bons produtos financeiros).

Entendo que poupar faz parte de se apoderar da capacidade de equilibrar o orçamento. Ao não gastar tudo e dedicar parte da renda para algo que se tem controle, ao invés do consumo desenfreado e desnecessário. A autoestima melhora consideravelmente e, por questão de honra, poupar passa a dar satisfação também. Tanto quanto gastar, espera-se. 

Imagine que a meta seja ter R$ 1.000.000 (um milhão de reais) poupado para se ter renda na aposentadoria. Como se começa esta poupança? Com uma herança de R$ 500.000 ? Na maioria das situações conhecidas, com pequenos valores. E a disciplina e o tempo podem fazer e muito para a concretização do objetivo, da meta. 

Não se preocupe se uma simples caderneta de poupança não trará o melhor rendimento, de imediato. Assim que você atingir uns R$ 1.000 de poupança, as opções de otimizar seu rendimento, as ofertas que até o gerente do banco vai te apresentar para mudar para uma aplicação melhor, aparecerão como um passe de mágica. 

E se você está completamente quebrado, devendo para o cheque especial, cartão de crédito, para a sogra, para o cunhado, relaxe! Comece poupando R$ 1,00 (um real) no primeiro mês. Depois, dobre o desafio: poupe R$ 2,00. No terceiro mês, mais um desafio: R$ 4,00. O importante é o hábito. Assim como há povos sobre a face da terra que tomam banho diariamente e escovam os dentes após as refeições, poupar pode se tornar um hábito. Ou você não toma banho ou escova os dentes para economizar em nome das contas que tem para pagar?


quinta-feira, 21 de junho de 2012

A maior Rede de EVs do Brasil amplia mais uma vez

Mais uma vez a ANCNEV amplia seu quadro associativo com a inclusão de mais três membros, oferecendo aos clientes novas opções de locais para desenvolver seus trabalhos de forma ágil, econômica, dinâmica e com todas as facilidades e vantagens de estar no seu próprio escritório.

Para sua segurança escolha sempre um Escritório Virtual chancelado pela ANCNEV , são mais 80 filiados nas principais cidades do Brasil.

Conheça os novos membros da ANCNEV:

Logo escritório leve.jpg

           

Talentus 4: Escritório Virtual

Rua Dr. José Peroba, 1105
Edf. Atlanta Empresarial Salas 1104 E 1105
Bairro Stiep  
Salvador / BA

http://www.ancnev.com.br/relevs/441-talentus-4-escritorio-virtual-salvador/ 


Ágil LOGO 01.jpg 


Agil Locar

Rua Castro Alves, 124 
Bairro Serraria Brasil  
Feira de Santana / BA

http://www.ancnev.com.br/relevs/442-agil-locar-feira-de-santana/ 


Logo cwk em alta resolução.jpg 




CWK Coworking Salvador

Av. Otávio Mangabeira Nº 929
Bairro Pituba
Salvador / BA

http://www.ancnev.com.br/pt/admfichas/12-escritorio-virtual/450-cwk-salvador-salvador 



FONTE: http://escritoriosvirtuaisancnev.blogspot.com.br/2012/06/maior-rede-de-evs-do-brasil-amplia-mais.html

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Pequenos empresários lucram com escritórios virtuais e coletivos

O mercado corporativo cria novos espaços para trabalhar mais e gastar menos. Pequenos empresários podem agora escolher entre um escritório coletivo – também chamado de coworking – ou um escritório virtual.

No escritório virtual, o inquilino aluga o endereço comercial, telefone, internet, secretária e correio – e não precisa nem ir ao local. Ele recebe os recados todos os dias, onde estiver, por e-mail ou telefone.
O modelo caiu como uma luva para o consultor Gustavo Quezada: “99% do meu contato com o meu cliente se dá no local onde ele vai operar, então eu preciso ir até ele (o escritório), pouquíssimas vezes”, diz ele.
O escritório virtual foi aberto em 1995 pelos empresários André e Rodrigo Kielblock. Eles investiram R$ 50 mil para reformar o espaço e montar a infraestrutura, que é compartilhada por todos os clientes.
“Existe um rateio, na verdade, de todas as despesas, e com isso a empresa consegue ter por um custo muito baixo toda a infraestrutura de um escritório convencional”, explica André.
O valor do aluguel do escritório virtual é a partir de R$ 190 por mês. A tecnologia favorece a redução de custos com ganhos de eficiência: graças a um software de gerenciamento, uma secretária presta serviço para 50 inquilinos. Cada um deles tem um número de telefone exclusivo. Ao receber uma ligação, o sistema mostra na tela o que a atendente deve dizer.
Mas quem precisa de um espaço também pode alugar uma sala por mês a partir de R$ 980, e ainda contar com a mesma infraestrutura.
Foi o que fez Wanderson Oliveira, que trabalha com tecnologia de informática. Ele queria transferir a empresa de Belo Horizonte para São Paulo, e se surpreendeu com a agilidade da operação.
“O que chamou a atenção da gente é a praticidade desse tipo de contratação. No mesmo dia que nós assinamos o contrato, nós já tínhamos todo o escritório já mobiliado, já uma infraestrutura com internet, com telefone, com sala de reunião, com atendimento profissional, e trouxe um grande benefício para a gente”, diz Oliveira.
Para alugar uma sala, o escritório virtual não exige fiador ou qualquer outra garantia. Evandro Vinha começou com uma pequena sala. Depois, contratou funcionários e alugou outra sala ao lado. Mas a empresa dele continuou crescendo, precisou de mais espaço, e ele não gastou muita sola de sapato em procurar. Ao lado, alugou, na hora, uma terceira sala.
“Eu não paro de trabalhar, estou sempre focado na minha atividade real do meu negócio, e não estou me preocupando com a administração do escritório em si”, diz Vinha.
As vantagens conquistam mercado, e o escritório virtual já tem 400 clientes.
“Eu acredito nesse mercado porque ele alia a necessidade das empresas na redução de custos e também ele pode focar na sua atividade principal, não se preocupando mais com os custos de infraestrutura, e tudo o mais”, diz Rodrigo Kielblock.
Em outro escritório, todos os inquilinos ficam numa mesma sala, de 200 metros quadrados. No local, as pessoas pagam pelo tempo que usam, e usam quando querem. O modelo, conhecido nos Estados Unidos como coworking, é também chamado de escritório coletivo ou compartilhado. O negócio pertence aos empresários Fernanda Trugilho e André Martins.
“O coworking tem como premissa a flexibilidade. Então as pessoas pagam por hora. Você escolhe quantas horas vai utilizar, e paga por essas horas. Você não tem problema de pagar por uma estrutura que fique ociosa. Se você for viajar, tirar férias, ou mesmo viajar a trabalho, ou ficar fora do escritório por um período, você não paga”, explica Fernanda.
O escritório coletivo surgiu em 2008, com um investimento de R$ 80 mil. Depois, o espaço foi ampliado, e hoje tem 70 inquilinos, que compartilham cadeiras, mesas, internet, telefone, armários, cafezinho e ainda tem uma área externa para reuniões.
No escritório coletivo, os inquilinos são pequenos empresários, que só pagam pelo tempo que usam e, com isso, acabam economizando. O plano mínimo de R$ 100 é para dez horas de uso por mês. Há pacotes de até 500 horas por mês, por R$ 1,5 mil.
“Se eu fosse locar um escritório próprio eu ia ter um custo de no mínimo R$ 2 mil. Aqui eu pago menos da metade, varia um pouquinho, mas ficou menos da metade”, diz a inquilina Alessandra Bueno.
A possibilidade de relacionamento também atrai gente, e o movimento no escritório compartilhado cresce a taxas de 200% ao ano. Os empresários já pensam em abrir franquia do negócio.
“Agora eu digo que de uma tendência já passou a ser uma realidade. Tem diversos espaços como esse, compartilhados, pelo Brasil. Pelo mundo são mais de 700, então é um negócio de futuro, nós mesmos estamos montando um processo de franquia. Então, até o final de 2011 teremos algumas franquias pelo Brasil, é um negócio que já deu certo”, diz Fernanda.

FONTE: http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2011/10/pequenos-empresarios-lucram-com-escritorios-virtuais-e-coletivos.html

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Escritório virtual, uma opção ao home office


Para reduzir custos, muitas empresas reforçam os negócios pela internet e enxugam suas estruturas físicas. O avanço tecnológico permitiu que pequenos e médios empreendimentos pudessem surgir dentro de residências. Apesar das vantagens (especialmente financeiras), o home office tem seus limites. Quando é preciso separar a vida profissional e a doméstica, impedindo que seu negócio pareça amador ao mercado ou que a privacidade da família seja invadida, os escritórios virtuais (ou inteligentes) são uma alternativa. O serviço pode oferecer desde linha telefônica com atendimento personalizado e endereço comercial nobre para correspondência a salas mobiliadas e decoradas ao gosto do freguês.


 - É o conceito de apart-hotel aplicado ao escritório. Você pode levar seu computador, fotos das crianças e arquivos - explica Luciana Lessa, dona da BQ Rio, há 12 anos em atividade. - Mas se a luz queima ou se a recepcionista falta, não é preocupação do empresário.


 De acordo com a Associação Nacional de Centros de Negócios e Escritórios Virtuais (ANCNev), o preço médio do aluguel de um sala, por hora, é de R$ 20. Os contratos podem ser mais longos: por um mês, paga-se de R$ 1 mil a R$ 3 mil - dependendo do estado, bairro, tamanho do cômodo e número de pessoas que trabalharão nele. O serviço inclui acesso à internet, recepcionistas, café e telefone. Os escritórios virtuais são muitas vezes procurados na hora de receber investidores, clientes e fornecedores. Ou ainda fazer palestras e treinamentos. Mas um ambiente alugado, por curto tempo, não pode parecer frio demais?


 - Quando aluga por tempo integral, o locatário pode decorar como quiser. Também conheço pessoas que alugaram uma sala por uma hora e levaram uma mala de livros e fotografias da família. Tudo para aparentar que a sala era delas! - conta Paulo Roberto Karnas, da ANCNev.


O escritório virtual disponibiliza até seu endereço para que o empresário coloque em seu cartão de visitas. No lugar de receber ligações em casa, ele pode optar pela central telefônica do escritório - mesmo que esteja em seu home office. Neste caso, uma telefonista atenderá a chamada como se o escritório existisse fisicamente naquele local e reencaminhará a ligação ao cliente.


O serviço se popularizou no país na última década e hoje existe nas principais capitais do Sudeste, Sul e Nordeste, além de Brasília. É uma opção para pequenas empresas na fase de implantação, que não podem investir ainda em sede própria, e médias na fase de expansão, quando precisam testar novos mercados em outros estados.


Há 12 anos trabalhando num escritório virtual, Paulo Roberto Gama, dono de pequena empresa de consultoria em Recursos Humanos, na capital gaúcha, afirma que a relação entre custo e benefício é vantajosa:


- Os outros empresários gastam mais e se preocupam mais. Eu me concentro no meu negócio, não em condomínio, impostos, café e recepcionista. Só entro no escritório para trabalhar.


Gama ainda enfrenta outros obstáculos: mora em um sítio a 25 quilômetros de Porto Alegre e não se considera disciplinado para trabalhar em casa. Paulo Roberto Karnas, da ANCNev, conta outro caso em que a vida doméstica influenciou na contratação do serviço:


 - Um executivo demorou a decidir entre continuar a trabalhar em seu home office e alugar um escritório virtual. Numa tarde, ele dormia após o almoço e o telefone tocou. Do outro lado da linha, o patrão, de São Paulo. O filho atendeu à chamada e respondeu: "Papai está dormindo". Isso poderia acontecer com um cliente ou um investidor.


De acordo com Luciana Lessa, da BQ Rio, os clientes começam geralmente com serviço part time (aluguel dos serviços telefônicos, do endereço comercial e, esporadicamente, do escritório) e, conforme cresce o negócio, passam ao full time (pela demada de maior tempo e espaço). Os contratos podem ser feitos por períodos curto e revogáveis. Também não é comum a cobrança de depósito antecipado.


Fonte: Jornal O GLOBO/ http://escritorioparanegocios.blogspot.com.br/2012/05/escritorio-virtual-uma-opcao-ao-home.html